Eu quero mapear todo saber na palma da minha mão

Eu quero escrever sons tintos de conhecimento, eu quero soltar no vento, minhas perguntas mais inquietantes e respirar toda resposta pra dentro 

Eu quero me aventurar nas ondas do mar da sabedoria, eu quero escutar a sinfonia, das minhas dúvidas mais céticas e frias, sendo resolvidas em parágrafos mil.

São tantos sentidos, nessa frase por exemplo tem já uns três. Vez em vez encontrar a mais recente verdade me interessa e me apetece. Em busca da perfeita tese, me embriagar com versos e encarnar o espiríto da poesia, resultam em alegorias de significado e alegria de ser liberto num carnavalesco ato de auto-conhecimento 

Só mais um capítulo? É que essa infinidade de letras juntas cravaram meu coração. Fizeram-me crer que a razão de ser é seguir o que falta, e o fim é uma porta. Estará trancada apenas àquele que não se deleitou a saber mais que o que importa.

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